Viagens

Petra

Começo com uma viagem que tem aaanoooos, mas que foi das que mais me marcou. Foi a segunda vez que fui a Israel, país que adoro, e desta vez fizemos a travessia para a Jordânia e fomos até Petra. Voámos com a EasyJet Lisboa – Geneve – Telaviv, onde uma grande amiga minha viveu muitos anos. Alugámos uma Van para todas e atravessámos Israel até Eilat, cidade no sul, junto ao Mar Vermelho. Foi aí que passámos a fronteira para a Jordânia. Já tínhamos taxi/guia à nossa espera do lado de lá, o que é obrigatório para deixarem passar a fronteira da Jordânia. O taxi levou-nos até ao hostel que tínhamos reservado através do booking e no dia seguinte, bem cedo, foi buscar-nos para nos levar até à entrada de Petra. Dormimos mais uma noite e fizémos o percurso inverso até à fonteira de Israel onde tínhamos deixado a nossa Van estacionada. Já em Israel, de regresso a Telaviv, fomos ao Mar Morto, que é uma experiência única: de facto é impossível irmos ao fundo! E quando saímos de água parece que mergulhámos em óleo, a pele está tremendamente hidratada (oleada, mesmo!).

Culturas tão diferentes, com amigas de sempre. Guardo no ❤

Ghana

Era eu assistente de bordo quando me levaram para uma experiência única: Canopy Walk at Kakum National Park.

Sei que o mais provável é não repetir uma experiencia destas, Ghana não é um destino turístico (apesar de eu ter gostado muito das vezes que lá estive!), e o Kakum Park fica a cerca de 4h de carro de Accra, a capital. Não é um passeio propriamente «ali à mão», muito menos agora com crianças pequenas. Mas de tudo o que a pandemia me tirou, viajar é sem dúvida do que tenho mais saudade! Tenho mil planos para fazer com os pequenos!

Москва

Moscovo é das minhas cidades favoritas. Tive dois vistos para a Rússia de um ano cada, pelo que foram dois anos em que quase todos os meses tinha uma estadia de 3, 4, 5, 6, ou até mesmo 7 dias. O hotel era o Crowne Plaza Moscow – World Trade Centre, bom e bem situado, cerca de 20min a pé até à Praça Vermelha. Em frente tem um bar com karaoke e uma pizzaria optima, o Park Krasnaya atrás, bem como o Afimall City que tem uma loja que eu amavaaaa, a Organic Shop! Perto, e a caminho da Nova Arbat e da Praça Vermelha, tem um restaurante de que gostava muito, o Kafe 317. Para os amantes de sushi, há por toda a cidade! O National Park Elk Island é lindo, gigante, e divertido…vêem-se noivas a ser fotografadas, banhistas no lago, de tudo um pouco naquela imensidão verde. O metro tem estações museu, fazer um circuito de metro vale muito a pena. Faltou-me visitar o Memorial Museum of Cosmonautics. Muita saudade de Moscow!

Curaçau

Foi a primeira viagem que fizemos sozinhos depois de sermos pais. Voámos com a TAP até Miami e depois com a AA até Curaçau. Ficámos no Hilton, que recomendo – bons quartos, limpos, com praia privativa de água cristalina, piscinas, muitos cocktails (kkkk), voltava! Visitámos a capital, Willemstad, cuja zona histórica é património mundial da Unesco. Está dividida em duas zonas, Punda e Otrobanda, detentora das casinhas coloridas muito características.

As praias são o ponto forte deste destino, não consigo eleger uma favorita! Grande knepa, Pequena knepa, Cas Abao, Mambo beach, Kokomo beach, todas de águas turquesa e a boa temperatura. Nota para quem quer visitar Curação: as praias têm pequenas pedrinhas, não é areia fina, é bom levar calçado próprio (comprei na Decathlon).

Nadámos com tartarugas gigantes na Playa Piskado (espetacular!), visitámos o parque natural em Boca Ascencion com os seus cactos enormes e uma paisagem única, vimos flamingos em Jan Kok como todo o turista.

Este é o meu tipo predilecto de viagem!

Ponto negativo para a comida, não é grande coisa, pouca variedade e tudo caro.

Marraquexe

Uma escapadinha de 3 noites! Deixámos os miúdos um fim-de-semana prolongado na avó e fomos conhecer este destino peculiar. Ficámos no Riad Badi – recomendo, limpo, moderno, pequeno-almoço excelente – e contratámos logo transfer com eles Aeroporto/Riad/Aeroporto. Visitámos o Palais Bahia, o Jardin Majorelle, a emblemática praça Jemaa el-Fna e a Koutoubia, experimentámos os tradicionais Hammams (esta foi sem dúvida uma experiência peculiar), e percorremos a parte histórica toda a pé, mercados e mais mercados, tudo cheio e apertado, ruelas que enlaçam em trezentas outras ruelas e que nos deixam perdidos dentro das muralhas! Bebemos muito chá de menta, a toda a hora, e gostámos tanto que trouxemos um bule e dois copinhos tradicionais como souvenir. Ficámos fã de um restaurante – La Cantine des Gazelles. É uma experiência que vale a pena, mas não é destino a repetir.

Porto Santo

Foram as melhores férias em família!

Porto Santo é, para mim, a melhor praia portuguesa. Além disso, está a 1h30 de voo de Lisboa, voo directo com a TAP, o que facilita muito a logística com crianças pequenas. Ficámos no Pestana em regime de Tudo Incluído que foi a melhor coisa que descobrimos, um descanso o regime TI com miúdos! O Pestana é um hotel top, com várias piscinas, spa, restaurante italiano, japonês, madeirense, etc – tem imensas opções além dos buffets para almoço e jantar – e tem um bar junto à piscina que serve tostas, wraps, sopa, fruta e outros snacks, além de bebidas, durante o tempo em que os buffets estão fechados. Tem kids club para crianças a partir dos 4 anos e também serviço de babysitting. Tem transfer aeroporto-hotel-aeroporto.

Adorámos a experiência e pensamos repetir.

Istambul

Nos 30 anos de meu marido fiz-lhe uma surpresa. Antecipadamente disse-lhe as datas em que estariamos fora – destino desconhecido! Só descobriu no dia em que chegámos ao aeroporto (só a primeira parte da viagem!) e fizémos check-in no balcão da Turkish. Voámos directos a Istambul. Já no nosso hotel, o Marmara Delux, um casal nosso amigo surpreendeu o meu marido no hall! Ele não acreditava que estavam ali para passar o fim-de-semana connosco em Istambul, demorou até uns segundos, ao vê-los, a pôr as ideias no lugar!

Foi uma estadia curta, mas divertida. Como só tínhamos três dias optámos por ficar na cidade velha, perto de grande parte das atracções de Istambul. Visitámos a principal mesquita, Santa Sofia – que é linda e circundada por jardins, a Mesquita Azul – fica em frente à Santa Sofia, estão separadas por jardins, o Obelisco de Teodósio, Praça Sultanahmet Meydanı, a Mesquita Nova e o Spice Bazar. Fizemos um passeio de barco no estreito de Bosforo, passando o limite dos continentes Europeu e Asiático. Para o fim deixámos a parte nova da cidade, para lá da ponte Galata: vimos a Torre Galata, a Praça Taskim e percorremos a famosa Istiklal.

Não recomendo o Marmara Deluxe Hotel, os nossos amigos ficaram na mesma rua e muito melhor instalados no Raymond Hotel.

Tel Aviv

Ao jantar revelei ao meu marido qual seria a segunda parte da nossa viagem: Tel Aviv! Depois de três dias em Istambul voámos com a Turkish directos a TLV. É de confessar que o meu marido ia apavorado, o médio oriente sempre o deixou nervoso. Mas ficámos em casa de uma amiga minha que viveu muitos anos em Tel Aviv, o que o descansou. É uma cidade incrível! Praia boa – que conseguimos aproveitar em Abril, bons restaurantes – destaque para o Bicicletta, ambiente jovem, calmo (apesar da actividade nocturna ehehe) e seguro, por estranho que possa parecer. De todas as vezes que estive em Tel Aviv, sempre me senti segura. É uma cidade bastante ocidentalizada, à beira mar, e de facto com um ambiente muito jovem. Vale a pena visitar a parte antiga, Jafa, que é a parte muçulmana da cidade, pelo que se ouvem os chamamentos para as suas orações. Tem restaurantes típicos, a Clock Tower, o HaMidron Garden, entre outros jardins, mas este tem vista mar, o Museu de Jafa e a Ponte dos Desejos.

Para quem não tenha boleia, há autocarros e comboios de TLV até Jerusalém que obviamente é uma cidade a visitar!

Israel tem ainda outras atracções, como o Mar Morto e Massada, mas eu sou fã de Tel Aviv! Uma semana nesta cidade, para mim, é um sonho 🙂

Malta

Malta é uma ilha pequena, calma, segura e com recantos lindos. Voámos com a TAP até Roma e depois com a Ryanair até Valeta. Alugámos carro durante toda a estadia (essencial para conhecer Malta) e marcámos a nossa estadia através do Airbnb. Ficámos num apartamento em St. Paul’s Bay, com vista para a bonita baía. Visitámos a Lagoa Azul, na ilha de Comino – que é linda, mas com muita gente. Para isso apanhámos um ferry em Sliema que tem uma vista magnífica para Valeta. Visitámos a Paradise Bay – praia com areia – que é paradisíaca, areia branca e água turquesa, mas pequena e concorrida. Perto fica a Popeye Village, que é imperdível! É composta por edificações rústicas de madeira e representa a localidade fictícia de Sweethaven, construída para ser um set de filmagens, hoje é um museu a céu aberto num cenário paradisíaco – praia linda e pouco cheia por não ter areia. A sul fomos a St. Peter’s Pool, que vale a pena ver tanto a paisagem como os corajosos que saltam para o mar (daquela altura nós não arriscámos), e a Ta Kalanka Sea Cave – a estrada que lá vai dar tem acesso a uma placa rochosa sobre o mar onde é possível fazer um óptimo dia de praia! O mar é incrível, o acesso é fácil, apesar de não haver areia, e é um local pouco concorrido, descobrimos por mero acaso. Visitámos ainda a praia Golden Bay, que não adorei e também a cidade de Mdina, uma pitoresca cidade medieval, cercada por muralhas antigas, ruas estreitas, com um tom rosado à luz do sol. Malta é um destino que vale muito a pena.

Tailândia

Novembro de 2012 tem estas memórias! Foram as melhores praias que já visitámos!

Voámos Lisboa-Bruxelas com a TAP e Bruxelas-Bangkok com a Thai. Ficámos três noites em Bkk, pernoitámos perto da Kao San road (junto ao ruído, sim, e à confusão, viva à juventude!). Deu para visitarmos os principais templos da cidade e fazer visita ao mercado flutuante e à ponte sobre o rio Kwai – quase na fronteira da Tailândia com o Myanmar, na cidade de Kanchanaburi, encontra-se a histórica ponte erguida sobre o rio Kwai. Em 1942, na cidade tailandesa de Kanchanaburi, procedeu-se à edificação de uma ponte no âmbito do sistema de caminho de ferro entre a Tailândia e o Myanmar, tendo o processo custado a vida a cerca de cem mil trabalhadores forçados asiáticos e a dezasseis mil prisioneiros de guerra, o que lhe valeu o nome de “Ponte da Morte”. estes factos verídicos deram origem ao filme «A Ponte do Rio Kwai». A ponte ainda existe e nós atravessámo-la!

Voámos depois de BKK para Krabi, com a AirAsia, onde pernoitámos duas noites – em Ao Nang. A partir de Krabi ainda fizemos uma excursão a umas ilhas desertas na proximidade. Depois fomos de ferry para as famosas PhiPhi onde ficámos até ao fim das férias – cinco noites. Quando chegámos às PhiPhi demos com um porto saturado de barcos e gente, pensei que apenas houvesse confusão naquelas bandas. Porém, combinámos com um local que nos levasse de barco todos os dias para uma praia diferente e deserta, ficávamos umas horas e ele trazia-nos de volta. Não me lembro de preços, nme dos nomes dos hoteis/hostels por onde ficámos, na memória ficaram apenas estas praias fabulosas! Dias bons! Estou ansiosa por voltar à descoberta do globo, agora a 4 ❤

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